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CUT fortalece formação sindical da juventude

  • 27/05/2014


Primeiro módulo do curso na Escola Sindical 7 de Outubro reúne 37 jovens dirigentes de Minas, Rio e Espírito Santo

Com 37 dirigentes e militantes de sindicatos CUTistas de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro foi realizado, de quinta-feira (22) a sábado (24), na Escola Sindical 7 de Outubro, em Belo Horizonte, o primeiro módulo do curso de Formação de Jovens Dirigentes Formadores, que faz parte do projeto Juventude CUT e Ação. Os dois próximos módulos estão programados para os períodos de 7 a 9 de agosto e 4 a 6 de setembro, no mesmo local.

Para a presidenta da Central Única dos Trabalhadores de Minas Gerais (CUT/MG), Beatriz Cerqueira, que foi levar saudação e material da Central aos jovens dirigentes, a aposta na formação sindical da juventude foi correta. “É importante para a CUT investir na formação da juventude. É onde está a ausência do movimento sindical é mais sentida. Precisamos da criatividade dos jovens para fortalecer e inovar a luta sindical.”

Rodrigo da Fonseca Agapito, educador e da direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Espírito Santo (Sindiupes), gostou muito do curso que, na sua opinião, possibilitou a interação entre estados e categorias de ramos diferentes. “O mundo do trabalho começa na juventude, por isso a importância da formação. E nada melhor que um dirigente sindical seja jovem.”

Wellington Alves, do Sindicato dos Metalúrgicos de Belo Horizonte, Contagem e Região, considerou a aprendizagem muito proveitosa. “São sindicatos diferentes, com ideias diferentes e isto agrega valor. O curso de formação para a juventude é uma inovação da CUT. Hoje, o meio metalúrgico precisa de gente jovem, mente jovem para produzir mais para o crescimento do meio metalúrgico. O jovem tem que ter conhecimento sobre o seu meio.”

Para Walmir Gonçalves Júnior, do Sindicato dos Professores do Rio de Janeiro (Sinpro-RJ), o curso foi muito qualificado. “É o meu primeiro e espero que a CUT faça muitos, para potencializar o trabalho e transformar a realidade de quem constrói o meio sindical. A juventude não é o futuro da sociedade, é o presente jovem. E se não investe na formação, acaba sendo engolido pelas estruturas que impedem que os jovens sejam protagonistas das lutas e das conquistas.”

José Santiago, que articula com sua categoria a criação de uma entidade sindical para os vistoriadores do Rio de Janeiro, elogiou o custo, que considerou uma iniciativa à frente do esperado. “Só a estrutura, a alimentação, o material técnico valeram muito a pena. Não tinha noção de que a CUT fosse tão bem estruturada. Saímos daqui com uma bagagem de conhecimentos grande. A CUT acertou e a gente precisa renovar os quadros, para manter a Central sempre grande e cada vez maior.”

(Site 23.05.14 – Rogério Hilário)