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Trabalhadores em educação da rede municipal de Igarapé ocupam a sede da Prefeitura e exigem que o prefeito os receba

Os profissionais da educação de Igarapé, em greve desde o dia 28 de março deste ano, definiram na assembleia do último dia 04 de maio

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Os profissionais da educação de Igarapé, em greve desde o dia 28 de março deste ano, definiram na assembleia do último dia 04 de maio, ocupar a prefeitura de Igarapé para forçar a abertura de negociações e o  cumprimento de compromisso assinado pelo Prefeito, Carlos Gomes Dutra, (o  KALU), em julho de 2014.

 

Segundo a direção do Sind-UTE Subsede Betim, Núcleo Igarapé, o Governo não cumpre a Lei 11.738/2008 e sequer cumpre a proporcionalidade do Piso. Um professor PI, que atua na educação infantil, recebe R$1.053,14, quando na verdade deveria receber aproximadamente R$1.178,00.

 

Pelo compromisso assinado pelo prefeito, em 25 de julho de 2014, o piso do Professor deveria receber R$1.697,00.

 

Os recursos do FUNDEB,  que financiam a folha de pagamento da educação da cidade cresceram, de 2008 a 2016, mais 237%, porém, os salários dos servidores não acompanharam esse crescimento. Como resposta à greve das professoras, o município cortou o pagamento das grevistas e cortou, inclusive, o cartão-alimentação, ameaçando a subsistência das educadoras.  Também não quer negociar a pauta e nem cumprir o termo de acordo assinado em 2014.

 

“Queremos a abertura de diálogo e a reposição do corte imediatamente e o fim das perseguições ao movimento grevista”, afirma o coordenador-geral da Subsede de Betim, Núcleo Igarapé, Luiz Fernando Souza de Oliveira.

 

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Ascom Sind-UTE/Subsede Betim (999680652)

Sugestão de Fonte para a imprensa: Luiz Fernando (996966614)

Fotos: Sind-UTE Subsede Betim