
Além do calote no reajuste salarial, os trabalhadores e trabalhadoras da educação de Minas Gerais enfrentam um cenário ainda mais grave: aumento da carga de trabalho, redução de direitos e uma postura de enfrentamento por parte do governo estadual. Diante desse quadro, o Sind-UTE vem a público denunciar práticas de assédio e medidas claramente antissindicais que atentam contra a liberdade de organização da categoria.
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Há relatos de possíveis orientações repassadas pela gestão Zema para impedir a entrada de representantes do Sind-UTE nas escolas, uma tentativa de isolar os trabalhadores e enfraquecer a mobilização. Somam-se a isso ameaças reais de corte de ponto contra os profissionais que exercem o legítimo direito de greve, prática garantida pela Constituição Federal e que não pode ser tratada como punição.
Essas ações não são coincidências. São parte de uma estratégia de intimidação que busca silenciar a categoria e esvaziar a força do movimento. O Sind-UTE não aceita esse tipo de resposta e seguirá denunciando e combatendo qualquer forma de coerção contra os trabalhadores da educação.
A greve da educação é um chamado legítimo ao diálogo. É a resposta de uma categoria que foi ignorada, desrespeitada e lesada nos seus direitos mais básicos. Seguiremos mobilizados, unidos e firmes na luta pela valorização da educação pública, pelo respeito aos direitos conquistados e por uma negociação real e séria com o govern1o do estado.
A educação de Minas não para porque quer, para porque foi empurrada a isso. E só voltará com respostas concretas. Pra Fazer Valer Nossos Direitos!
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