No centro do projeto de estado ultraliberal, encontramos um viés autoritário e antidemocrático. A política educacional do governo Zema resulta dessa orientação política e aponta para o sucateamento da escola pública.
Nossa resistência exige que as(os) trabalhadoras(es) em Educação organizem-se para ampliar a força coletiva da categoria.
Um sindicato forte é aquele cuja organização se inicia no local de trabalho, porque é lá que se dão as relações de trabalho. Uma organização sindical por local de trabalho consolidada fortalece o sindicato e é fundamental para ampliarmos nossa capacidade de resistência e defesa dos direitos da categoria.
Neste momento, é necessário escolher nossos(as) representantes para formar a comissão sindical em todas as escolas. Esses(as) colegas irão contribuir com o fortalecimento de nossa organização, especialmente:
- Participando dos encontros de formação específicos para membros da comissão sindical escolar;
- Colaborando para a organização da categoria e fortalecimento do sindicato em seu local de trabalho;
- Contribuindo para transformar a escola em um espaço privilegiado para formação profissional, pedagógica, política e sindical do(a) trabalhador(a) em educação.
Portanto, é fundamental colaborar na formação da comissão sindical do seu local de trabalho.

