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Sind-UTE/MG denuncia que a insegurança sanitária nas escolas estaduais tem obrigado o Estado a suspender as aulas e fechar as unidades escolares após confirmações de contaminações

  • 06/10/2021


O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) traz a público a denúncia das comunidades escolares sobre as contaminações dentro das Escolas Estaduais.

A pandemia ainda faz vítimas no estado e Minas alcança a marca de 54.840 óbitos por Covid-19. O retorno presencial das aulas foi imposto pelo governo do Estado sem mudanças estruturais na Rede Estadual e um plano robusto para garantir a segurança sanitária nas escolas.

A despeito do que vem sendo divulgado, muitas escolas estaduais já foram ou continuam fechadas diante das contaminações.

Confira abaixo a lista escolas estaduais que já fecharam escolas por conta das contaminações:

BH/Grande BH

E. E. Benvinda de Carvalho;
E. E. Melo Viana 
E. E. Ordem e Progresso
E. E. João Paulo I
E. E. Conselheiro José Joaquim da Rocha
E.E. Governador Israel Pinheiro – Contagem

Região Central

E.E. Conselheiro José Joaquim da Rocha – Rio Piracicaba

Região do Norte de Minas:

E. E. Augusta Vale – Montes Claros
E. E. Nereide Carvalho – Montes Claros
E.E. Simeão Ribeiro dos Santos – Montes Claros
E. E. Profa. Dulce Sarmento – Montes Claros
E. E. de Aparecida do Mundo Novo – Montes Claros
E. E. Professor Alcides de Carvalho
E. E. Maurício de Azevedo – Janaúba
E. E. Teófilo Pires – Luislândia

Região Noroeste

E.E. Maria Assunes Gonçalves – Unaí
E.E. Isabel Campos – Unaí
E.E. Vigário Torres – Unaí

Zona da Mata

E. E. Doutor Pompílio Guimarães – Leopoldina
E. E. Luiz Salgado Lima – Leopoldina
E.E. Marco Aurélio Monteiro de Barros (Distrito de Providência/Leopoldina)
E.E. Professor Botelho Reis/ Leopoldina

Centro-Oeste

E. E. Antônio Gonçalves de Mato – Divinópolis
E. E. Ilídio da Costa Pereira – Divinópolis
E. E. Professor João Menezes – Piumhi
E. E. João dos Santos – São João del Rei

Retorno presencial das aulas em Minas foi imposto sem segurança sanitária

Além de deslegitimar a letalidade da pandemia, o governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Educação (SEE/MG), tentou impor o retorno presencial ainda no primeiro semestre de 2020, logo início da pandemia, quando não havia a disponibilidade de vacinas para imunização massiva e o país enfrentava um dos momentos mais críticos. A primeira pessoa vacinada no Brasil foi apenas em 2021.

A direção do Sindicato destaca que profissionais da Educação, estudantes e comunidades escolares anseiam pelo retorno presencial, mas não da forma como vem sendo imposta, sem qualquer diálogo ou mudanças estruturais nas escolas da Rede Estadual, sem projeto pedagógico para o retorno. Essa postura coloca em risco a vida de todas as comunidades ao propiciar condições para aumento das contaminações.

O Sind-UTE/MG afirma que segue no compromisso de defender a vida de todos e todas, bem como, garantir o direto à educação de forma segura.