Não se deixe enganar! Diga ‘não’ à escola cívico-militar!

O Sind‐UTE organiza forte mobilização contra a tentativa do governo Zema de estender o programa de Escolas Cívico-Militares a mais de 700 unidades em Minas Gerais. Essa iniciativa tenta substituir projetos pedagógicos e a autonomia das comunidades escolares por uma lógica hierárquica e autoritária, baseada numa presença ostensiva de militares que pouco dialoga com as reais necessidades de alunos, famílias e profissionais de educação.
Confira a lista de escolas-alvo, clique aqui.
Escola pública deve ser espaço de ensino e aprendizagem, com professores e funcionários valorizados, liberdade de expressão e compromisso com a qualidade do aprendizado — não um palco para manutenção de tropa. A contratação de policiais ou militares aposentados, sem formação pedagógica adequada e com remuneração superior à dos educadores, desvia recursos e responsabilidades que deveriam ser destinados à contratação de professores, pedagogos e demais servidores concursados.
A verdadeira melhoria da educação passa por fortalecer as equipes pedagógicas, garantindo-lhes tempo e condições materiais para orientar estudantes, familiares e colegas de trabalho. Exige, também, concursos públicos regulares para todas as carreiras da educação, valorização salarial e formação continuada, não a militarização do ambiente escolar.
Não vamos aceitar mais essa tentativa de desmantelamento da rede pública estadual. Já resistimos e tivemos vitórias importantes contra os programas de privatização e municipalização.
EM DEFESA DA ESCOLA PÚBLICA, VAMOS BARRAR A ESCOLA CÍVICO MILITAR!
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3 Comentários. Deixe novo
Não quero escola cívico-militar
Não a escola militar
Não a escola cívico-militares