Sind-UTE/MG disponibiliza informe sobre militarização das Escolas em Minas

O Sind-UTE/MG divulgou o Informe de Julho de 2025, com posicionamento contrário à tentativa do governo de Minas Gerais de implantar o modelo de escolas cívico-militares na rede estadual. O Sindicato alerta que essa proposta representa um grave retrocesso na educação pública, ameaçando a liberdade pedagógica, a gestão democrática e o papel da escola como espaço de formação cidadã e crítica.
No editorial, o Sindicato destaca que não é com presença militar nas escolas que se melhora a qualidade do ensino, mas sim com investimentos reais: valorização dos educadores, melhoria da infraestrutura, redução do número de alunos por sala e ampliação das políticas de cultura e esporte.
O informe também denuncia os reais interesses por trás da proposta, entre eles:
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Apelo eleitoral visando 2026;
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Redirecionamento de recursos do FUNDEB para militares da reserva;
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Criminalização da juventude periférica;
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Tentativa de enfraquecer a organização sindical e movimentos por melhores condições de trabalho.
6 motivos para dizer NÃO às escolas cívico-militares:
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Casos de assédio, abuso e repressão;
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Doutrinação ideológica e apologia ao nazismo;
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Tratamento policial para questões escolares;
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Desvalorização dos(as) educadores(as);
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Desvio de recursos de áreas prioritárias;
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Diferença entre escola cívico-militar e escolas militares reais.
O Sind-UTE/MG convoca toda a comunidade escolar — educadores, estudantes, pais e responsáveis — a organizar a resistência. A hora é de dialogar, mobilizar e denunciar qualquer tentativa de imposição desse modelo autoritário.
A educação mineira vai resistir!
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3 Comentários. Deixe novo
Escola não é quartel!
O maio absurdo depois de 64.
Sim as escolas cívicos militares. O modelo atual não oferece qualidade de ensino e ainda desvia nossos jovens do foco da educação. “Doutrinação ideológica e apologia ao nazismo” essa me fez rir… esses argumentos de vocês não tem base…