Sind-UTE/MG disponibiliza informe sobre militarização das Escolas em Minas

O Sind-UTE/MG divulgou o Informe de Julho de 2025, com  posicionamento contrário à tentativa do governo de Minas Gerais de implantar o modelo de escolas cívico-militares na rede estadual. O Sindicato alerta que essa proposta representa um grave retrocesso na educação pública, ameaçando a liberdade pedagógica, a gestão democrática e o papel da escola como espaço de formação cidadã e crítica.

No editorial, o Sindicato destaca que não é com presença militar nas escolas que se melhora a qualidade do ensino, mas sim com investimentos reais: valorização dos educadores, melhoria da infraestrutura, redução do número de alunos por sala e ampliação das políticas de cultura e esporte.

O informe também denuncia os reais interesses por trás da proposta, entre eles:

  • Apelo eleitoral visando 2026;

  • Redirecionamento de recursos do FUNDEB para militares da reserva;

  • Criminalização da juventude periférica;

  • Tentativa de enfraquecer a organização sindical e movimentos por melhores condições de trabalho.

6 motivos para dizer NÃO às escolas cívico-militares:

  1. Casos de assédio, abuso e repressão;

  2. Doutrinação ideológica e apologia ao nazismo;

  3. Tratamento policial para questões escolares;

  4. Desvalorização dos(as) educadores(as);

  5. Desvio de recursos de áreas prioritárias;

  6. Diferença entre escola cívico-militar e escolas militares reais.

O Sind-UTE/MG convoca toda a comunidade escolar — educadores, estudantes, pais e responsáveis — a organizar a resistência. A hora é de dialogar, mobilizar e denunciar qualquer tentativa de imposição desse modelo autoritário.

A educação mineira vai resistir!

 Confira o informe completo, clique aqui.

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